Na hora de cuidar do dinheiro, o que você pensa?. Saiba que existe um modelo que cresce cada vez mais no Brasil e oferece uma proposta de valor diferenciada: as cooperativas de crédito.
Embora tanto bancos quanto cooperativas de créditoofereçam serviços parecidos, como conta corrente, investimentose empréstimos, a forma como eles funcionam “por trás das câmeras” é o que realmente define a sua experiência como cliente ou associado.
Por isso, entender essas diferenças é o primeiro passo para fazer uma escolha que proteja seu patrimônio e ajude você a prosperar.
Aqui não precisa de muita explicação, né? Os bancos são empresas de capital aberto ou fechado que têm como objetivo principal o lucro.
Nesse caso, eles prestam serviços financeiros e, ao final de cada período, os ganhos são distribuídos entre os seus acionistas.
A grande vantagem dos grandes bancos costuma ser a presença física, com agências em quase todas as cidades e uma estrutura tecnológica robusta.
Por serem instituições globais, oferecem uma gama muito vasta de produtos complexos.
Por outro lado, o foco no lucro pode tornar o atendimento mais impessoal e as taxas mais elevadas.
No banco, você é visto como um cliente e as decisões são tomadas no topo da pirâmide, visando o retorno para quem investiu na instituição, e não necessariamente para quem utiliza os serviços no dia a dia.
Já a cooperativa, como a credi&gente, é uma associação de pessoas e não de capitais. O objetivo concentra-se na prestação de serviços de qualidade com o menor custo possível para os seus membros.
A maior qualidade do cooperativismo é que você é um dos donos do negócio. Isso gera benefícios diretos:
A desvantagem, para alguns, pode ser uma rede de agências próprias menor do que a de um banco global, embora hoje em dia as redes de caixas compartilhados e os aplicativos modernos já tenham diminuído muito essa distância.
Para facilitar a sua visualização, podemos olhar para três pilares fundamentais:
No banco, as regras vêm de cima para baixo. Na cooperativa, vigora a democracia: um membro equivale a um voto.
Isso garante que a instituição sempre olhe para os interesses da comunidade local e dos seus associados, mantendo o dinheiro circulando e fortalecendo a região onde você vive.
Bancos costumam ter pacotes de tarifas padronizados e taxas de juros que seguem rigidamente o mercado para garantir a margem de lucro.
Na credi&gente, as tarifas são pensadas para cobrir custos e reinvestir na própria estrutura, o que naturalmente resulta em condições mais leves para o bolso do cooperado.
Ao pagar uma tarifa em um banco, esse valor sai da sua comunidade e vai para o lucro da empresa.
Na cooperativa, esse recurso permanece no sistema para financiar o crescimento de outros cooperados ou realizar ações sociais locais. É o que chamamos de ciclo virtuoso da economia.
A escolha depende do que você valoriza. Se você busca uma relação puramente comercial e impessoal, os bancos cumprem esse papel.
Mas, se você busca ser tratado como parceiro, quer ter voz nas decisões e ainda receber de volta parte do que a instituição gera, o cooperativismo é o caminho natural.
Na credi&gente, trabalhamos diariamente para mostrar que é possível ter o melhor da tecnologia e dos serviços financeiros com o calor humano e a justiça de uma cooperativa. Afinal, quando todos cooperam, todos prosperam juntos.
Que tal experimentar um jeito mais humano de cuidar das suas finanças? Venha conhecer de perto como a gente faz a diferença.